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Padre Mário Bonatti comemora 60 anos de ordenação sacerdotal.

“Tudo te entreguei, nada me restou
Livre eu fiquei para te amar meu Deus
Tudo me pedistes, nada eu te neguei
Hoje sou feliz assim, tenho a ti meu Deus”
(Juras de Amor, Jonas Abib)

No dia 11 de fevereiro, em Lorena, a Comunidade Salesiana São José (Pós-noviciado), amanheceu em festa pela comemoração dos 60 anos de ordenação sacerdotal do querido P. Mário Bonatti, SDB. As festividades começaram com o almoço festivo às 12h; dentre as homenagens, os membros da comunidade cantaram a música “Juras de Amor” escolhida por Ele como aquela que traduz a sua trajetória vocacional. As comemorações continuaram com a Celebração Eucarística às 18h30 em Ação de Graças pela sua Vida e Vocação.

Com o lema “Para que todos tenham vida” (João 10,10), P. Mário foi ordenado no dia 11 de fevereiro de 1961, na Basílica Nossa Senhora Auxiliadora em Turim, norte da Itália, onde cursou Teologia na Pontifícia Universidade Salesiana. Os sentimentos que expressaram esse importante momento, nas suas palavras foram de: “muita fé e saudades, porque os meus pais não estavam; só depois de um ano de ordenado, retornei para minha cidade natal onde fiz festa com eles”.

Ele lembrou ainda que: nasceu no dia 16 de novembro de 1931 na cidade de Pomerode em Santa Catarina; filho de Antônio Bonatti e Rosa Bonatti Mattedi, tendo oito irmãos (sendo quatro homens e quatro mulheres). Ingressou no Aspirantado em Ascurra/SC no ano de 1944; continuou no ano seguinte em Lavrinhas /SP, onde permaneceu até 1948; seguindo para Pindamonhangaba para fazer o noviciado (1949). Logo após foi para Lorena para cursar filosofia (1950 – 1952) e o Tirocínio (1953 – 1955).

Muito emocionado, recordou ainda que, no ano de 1954, antes de embarcar para Itália para cursar Teologia, conseguiu, dez anos após deixar Santa Catarina, retornar para rever seus queridos pais num encontro de alegria incomensurável.

Sobre os seus 60 anos de ordenação mencionou: “são em primeiro lugar um grande agradecimento a Deus porque no começo eu não queria ser salesiano. Queria só estudar, mas aos poucos, fui vendo a beleza de ser como Cristo Pastor de almas”.

Em consonância com título de um dos livros do qual foi autor “A vida tem a cor que você pinta”, certamente, como grande salesiano que é, coloriu e continua colorindo a vida de muita gente com seu entusiasmo, alegria, fé e esperança”.

Comunicação: Pós-Noviciado