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Vocação à vida consagrada é dom, é serviço, é experiência profunda de Deus

Comecemos pelo óbvio: um consagrado não cai do céu pronto! É interessante perceber como a vocação à vida religiosa, no imaginário popular, é cercada de variados mitos e fantasias. Talvez, parte disto, seja por conta de uma forte influência da literatura, das novelas e dos filmes que, em grande medida, procuram acenar mais para os aspectos dramáticos e polêmicos que o cotidiano, a verdadeira mística e a missão desta forma de investir a vida… Obviamente, sob o intuito de dar maior emoção às suas tramas.

Em poucas palavras, ser um consagrado consiste em viver uma resposta diária, corajosa e alegre de amor à pessoa de Jesus Cristo: a busca de Deus é a busca da alegria; e o encontro com Ele é a própria alegria. Consagrar a própria vida a Deus é radicalizar a vocação que todo cristão recebeu no dia do batismo: o chamado a viver a santidade, num binômio inseparável: o amor a Deus e às pessoas.

Deste modo, cada congregação religiosa, conforme o carisma que a configura, compromete-se de forma muito generosa na construção de um mundo mais humano, bonito e cheio de vida. São pessoas que optaram por viver em comunidades, partilhando a vida na oração diária, no trabalho e nos desafios da vivência do anúncio do Evangelho ao mundo. Desde a sua primeira profissão religiosa o consagrado se oferece a Deus para caminhar no seguimento de Cristo e trabalhar com Ele na construção do Reino. E o carisma salesiano é marcado por um dom muito especial de Deus: a predileção pelos jovens. E pelo bem e salvação desta porção da sociedade, o salesiano oferece generosamente tempo, criatividade, dotes pessoais e saúde.

Os salesianos, na busca da fidelidade ao carisma de Dom Bosco, formam uma comunidade de batizados que, dóceis à voz do Espírito, intentam realizar, numa forma específica de vida religiosa, o projeto apostólico do fundador: “ser na Igreja sinais e portadores do amor de Deus aos jovens, especialmente aos mais pobres”. E no cumprimento desta missão encontra-se o caminho da santificação de seus membros. Este tesouro deve ser conhecido, amado e assumido por mais pessoas. Será que Deus não o chama também? Pense nisso! Se você já pensou e quer saber mais, fale com um salesiano que você conheça. Partilhe esta sua curiosidade. Ele certamente o ajudará entender melhor estas inquietações e, quem sabe, indicará algumas pistas interessantes para você se aprofundar sobre qual caminho Deus o chama para segui-lo.

Pe. Tiago Eliomar, SDB – Coordenador do Serviço de Animação Vocacional