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Vem-Crê-Ser promove palestras sobre costumes e gastronomia brasileira

Em setembro, as crianças e adolescentes da oficina de culinária do Vem-Crê-Ser/CCA Dom Bosco, do Centro Juvenil Salesiano do Alto da Lapa, em São Paulo, participaram de vivências diferenciadas com convidados especiais. Entraram em pauta os costumes e as comidas típicas das regiões Sul, Sudeste e Nordeste.

O primeiro estado apresentado foi Minas Gerais e Fabiana Cordeiro, colaboradora do Centro Juvenil Salesiano, do setor administrativo, falou sobre o preparo dos pratos mineiros. Sua apresentação deixou as turmas impressionadas com a sequência necessária dos ingredientes para se ter uma deliciosa comida típica. Segundo Edina Cristina, assistente de coordenação do Vem-Crê-Ser, as crianças perceberam o quanto Minas é rica em detalhes e o quanto dos alimentos dessa culinária existem em nosso dia a dia. A região Sul foi representada por Antonio Crestani, administrador do Centro Juvenil. Ele falou com propriedade sobre os costumes do Paraná, apresentou produtos relacionados à região e as crianças e adolescentes puderam conhecer, manusear produtos e sentir aromas de erva mate, cuia e bomba. Com vídeos de dança, eles apreciaram a cultura e uma criança que é dessa região trocou muitas informações e experiência com o mediador.

Para falar sobre o Nordeste, a garotada contou com a presença de Fernanda Andrade, enfermeira que mora em Feira de Santana, na região norte da Bahia. Surgiram perguntas além do que estava no roteiro! A convidada falou de um dos lugares históricos de Salvador, o Mercado Modelo, que é aberto para visitação. Uma curiosidade que chamou a atenção foi que os escravos eram aprisionados no subsolo e morriam quando a maré subia. Segundo ela, o sentimento ao entrar no local é muito ruim, pois relembra uma época sombria da escravidão.

Durante a roda de conversa, diversos pratos da culinária baiana foram lembrados, entre eles o acarajé ,o abará, o cuscuz, o beiju, também conhecida como tapioca. Os participantes ficaram impressionados com as histórias e as vestimentas baianas. “Foi uma experiência grandiosa para as crianças e adolescentes que puderam conhecer as regiões através de pessoas que viveram e vivem essa diversidade da cultura brasileira”, comenta Edina Cristina.

Vanusa Santos – Paradigma Assessoria de Comunicação