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RSB-Social: reunião com Judiciário e Fundação Casa busca fortalecer sistema socioeducativo

Na foto: Pe. Agnaldo, Dr. Galhardo, Dr. Paulo Dimas e Dr. Paulo Gentile

Dentro do Compromisso Fundamental do “Socioeducativo de Resultados” assumido pela RSB-Social, o Pe. Agnaldo S. Lima, atualmente atuando como assessor da Área Social da RSB e sediado na Inspetoria de São Paulo, participou, em 17 de janeiro, de uma reunião com o atual Secretário de Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo e também atual presidente da Fundação Casa, Dr. Paulo Dimas Mascaretti.

Acompanhado dos Juízes Dr. João Batista Galhardo, de Araraquara, e do Juiz da Infância e juventude de Ribeirão Preto, Dr. Paulo Gentile, foram tratar com o Secretário Estadual sobre colaboração entre Judiciário, Fundação Casa e Salesianos em ações que fortaleçam os municípios na articulação entre as instituições e os atores que participam do Sistema de Atendimento Socioeducativo (SINASE), voltado para os adolescentes envolvidos com a prática de ato infracional e que cumprem Medidas Socioeducativas.

O intuito é promover uma maior aproximação entre as Medidas de Meio Aberto (Liberdade Assistida e Prestação de Serviço à Comunidade) e o Meio Fechado (Internação e Semiliberdade), como caminho para uma melhoria do Sistema Socioeducativo e a diminuição do número de adolescentes internados.

Segundo dados de novembro de 2018, da Agência Nacional de dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (ANCED), a taxa de mortes intencionais no sistema socioeducativo no Brasil tem superado a taxa de mortes do sistema penitenciário do País. Enquanto o socioeducativo apresenta a taxa de 14,3 mortes para cada 10 mil adolescentes em privação de liberdade, o prisional apresenta taxa de 8,3 mortes intencionais por 10 mil adultos presos.

“No centro da missão educativa de Dom Bosco em Turim, nos inícios da Congregação Salesiana, estiveram os jovens das prisões daquela cidade e o cuidado para que ali não retornassem depois de soltos. A aposta de Dom Bosco sempre foi de que: “em todo o jovem, mesmo no mais rebelde, há sempre um ponto acessível ao bem, e a primeira missão do educador é tocar esta corda sensível do coração” – afirma o Pe. Agnaldo.

Na foto: Pe. Agnaldo, Dr. Galhardo, Dr. Paulo Dimas e Dr. Paulo Gentile.