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Paróquia Sagrada Família: relatos de uma Semana Santa

A Semana Santa é o período mais importante da vida de um católico: nela, vivemos as dores,  angústias,  alegrias e júbilos que marcam a razão de ser de nossa fé: Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus.  São vivenciados, a cada liturgia, estes momentos cruciais.  Por isto, há uma motivação da Igreja em participar desta Semana Maior, na sua totalidade.

A Paróquia Sagrada Família em São José dos Campos iniciou este período mais que especial, com o Domingo de Ramos quando foi vivenciada a entrada triunfal de Jesus sendo aclamado rei pela população local, em Jerusalém.  A Santa Missa das 7h foi presidida por Pe Silvio César e concelebrada por Pe Inácio Vieira e Pe Ivan Tomasetto quando os ramos e palmas foram bentos.

Na Segunda-Feira Santa foi presidida a Santa Missa e logo após, a “Cantata da Semana Maior”,  onde 6 corais ministraram cantos gregorianos.

No dia seguinte, durante a Santa Missa foi realizado o “Ofício das Trevas” oração milenar de nossa Igreja, quando o templo fica às escuras,  um candelabro de 15 velas que são apagadas uma a uma pois representam a agonia, a angústia suprema, a dor, a solidão, todos os sofrimentos que antecederam à Morte de Jesus. Uma vela apenas fica acesa para significar que Nosso Senhor se retira deste mundo, desce à Mansão dos Mortos para ressurgir Glorioso e Ressuscitado.  

Na Quarta-Feira Santa a Comunidade meditou as 14 estações da Via Sacra após Santa Missa.

O Tríduo Pascal iniciou com Santa Missa presidida por Pe Rafael Galvão que desta forma, pode estar na comunidade onde nasceu a sua vocação sacerdotal, justamente no Dia da Instituição do Sacerdócio e da Eucaristia. Na cerimônia do Lava-pés, 12 voluntários da Obra Social Pe Rodolfo Komórek representaram os 12 apóstolos, uma alusão à CF-2015 e seu lema “Eu vim para servir” Mc 10,45. Um momento de Adoração ao Santíssimo se sucedeu até à meia-noite.

Uma caminhada penitencial e profundo silêncio foi o primeiro ato da Sexta-Feira Santa.  À tarde, foi dado início à Novena da Misericórdia, devocão já conhecida e praticada por muitos, mas que pela primeira vez é realizada na Paróquia e que se encerra no 2º Domingo da Páscoa, na Festa da Divina Misericórdia, quando o Papa Francisco proclamará Ano Santo da Misericórdia.  A Celebração da Palavra e Adoração de Jesus na Cruz  aconteceram em seguida. À noite, antes que a saísse a Procissão do Senhor Morto pelas ruas do bairro, jovens paroquianos representaram a Crucifixão de Jesus o que ajudou a comunidade a rezar.

No dia seguinte, antes da Vigília Pascal,  no Instituto São José,  houve o 2º dia da Novena da Misericórdia, a bênção do Fogo Novo,  a inscrição do Círio Pascal e procissão rumo ao templo da Paróquia. O vigário Pe. Ivan Tomasetto entoou o “Exulte” que anuncia a Ressurreição de Jesus, e o povo de Deus pode então render glórias e louvores a Jesus, depois de algum tempo de liturgia mais sóbria, introspectiva.

O Domingo da Ressurreição amanheceu com o rufar dos tambores, nos acordes dos violões na Alegre Procissão da Ressurreição,  seguida de Santa Missa presidida por Pe Silvio César e concelebrada por Frei Rinaldo Stecanela que fez a homilia.  Um delicioso café comunitário -quando a comunidade pode se confraternizar e desejar Feliz e Santa Páscoa –  concluiu este momento.

Texto: Andréa Soares / Fotos:  Beto Freitas, Sergio Fujiki,  Ana Maria D´Amore -PASCOM