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Jornada de Produção Científica e Prática de Estágio geram frutos no UNISAL

A IV Jornada de Produção Científica e Prática de Estágio 2015 do UNISAL – Centro Universitário Salesiano – Unidade Lorena – Campus São Joaquim, realizadas em 26 e 27 de novembro de 2015, mudaram os rumos da instituição. Isso pelo simples fato de que os alunos absorveram a ideia e aderiram a pesquisa em suas vidas. Como todos os anos, o evento parou a instituição por ter a abertura oficial no Jardim de Dom Bosco. O projeto Batucarte quebrou o silêncio dos corredores, provocado pelo sinal e pelo início das aulas. Foram mais de 400 trabalhos inscritos e 363 aprovados no evento. A comissão organizadora do evento expandiu os temas para que todos os eixos fossem beneficiados e explorados. O que deu oportunidade para Gabriela Salles, do Curso de História. Ela apresentou um trabalho sobre a importância histórica de Conde de Moreira Lima para a cidade de Lorena. Já o futuro designer, Benedito Vieira, aluno da FATEA, apresentou seu livro infantil produzido a partir da percepção e preferência das crianças.

Entre os temas estiveram Administração e Empreendedorismo; Arquitetura, Urbanismo e Decoração; Ciências Biológicas; Computação e Tecnologia; Direito; Educação; Filosofia; História, Política e Cultura; Idiomas, Gramática, Fontes de Pesquisa e Literatura; Logística; Meio Ambiente e Sustentabilidade; Metodologias Inovadoras de Ensino.

Um dos integrantes da comissão, Árison Lopes, afirmou que o objetivo da pesquisa vai além das salas de aula. O resultado e a prática visam dar rumos positivos aos vários seguimentos da sociedade. “Uma dica para o aluno é estar sempre antenado às necessidades da comunidade, sendo ela acadêmica ou social. Só assim irá conseguir colocar em prática o verdadeiro sentido da pesquisa, que é desenvolver recursos e proporcionar respostas e soluções aquilo que a comunidade precisa”, ressalta Árison.

Foram muitas as dúvidas no período que antecedeu o evento. Muitos foram os questionamentos durante a realização da Jornada. Inúmeros também foram os pedidos colocados na árvore do conhecimento, uma novidade na Jornada 2015. A árvore, que começou vazia, ao fim da atividade ficou cheia de frutos e folhas. Outra novidade da edição deste ano foi a exibição de uma reportagem sobre a importância do ingresso de trabalhos na jornada. “Queremos que cada vez mais o aluno tenha dúvidas, seja crítico”, afirma Árison.

A orientação ao aluno é que ele converse com professores que possam contribuir com sua produção científica. O trabalho de quatro mãos pode dar frutos inimagináveis. Uma produção de iniciação científica, que começa despretensiosa, pode se tornar uma tese de doutorado. Pensando assim, é que muitos alunos de várias instituições, entre elas FATEA e FATEC integraram a edição deste ano. “Professores, colaboradores, alunos e ex-alunos estiveram nas bancas analisando e dando sugestões na vida dos futuros pesquisadores, mestres e doutores. É assim que despertamos profissionais críticos, é assim que podemos fazer deste país uma verdadeira Pátria Educadora”, conclui Anibal Evaristo, integrante da comissão organizadora do evento.

Comunicação e Marketing – UNISAL